"Selos Recebidos"

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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

"Viva - Banzai"

Senhores (as).

Peço por favor que cliquem na imagem abaixo, para acessarem a postagem em "Profundo Amar"



Beijos e Abraços!


sábado, 11 de setembro de 2010

"Homenagem à minha Tia"



Os dias irão transcorrer tal como devem ser

A saudade alojada ao natural irá transparecer

Lembranças aos milhares virão lágrimas trazer

Sorrisos despercebidos irão surgir e a vida apetecer



Assim, tia, mãe, avó e amiga iremos nos lembrar

E dos seus dias em nossas vidas iremos venerar

Das gargalhadas desmedidas e por vezes lágrimas abafadas

Do entusiasmo pela vida e em vida também suas batalhas



Da mesa sempre farta que dividia com todos a lhe rodear

Da alegria em seu olhar vendo a todos se esbaldar

Assim Tia querida lhe perpetuo em meu divagar

As lágrimas são de saudade e alegria por ao lado teu vivenciar



Deixará saudades a muitos corações

Deixará vazio em muitas ocasiões

Deixará alento a todos que tiveram a ti por perto

Deixará sempre boa lembrança a quem na vida for desperto



Leve consigo a paz em seu semblante, fez por todos mesmo a quem distante

Leve consigo o amor de todos, pois para todos foi amor constante

Que um dia todos nos esbaldemos em mesa farta

Que a saudade deixe sua morada

Quando todos novamente juntos tenham uma só morada.




Beijos e abraços saudosos, de seu sobrinho também filho e sempre um amigo.



quarta-feira, 26 de maio de 2010

"A Flor: Aya Kitou"
"Homenagem Final"


A vida que fora curta em demasia
Mas jamais vazia vestida em palavras e poesia
Aya que chorava em palavras criava também um legado
Lágrimas no papel, mas sorriso sempre estampado

Não importava quão curta e limitada seria sua vida
Mesmo assim ao mundo e a todos ela simplesmente sorria
A ela de fato fora dado o dom da escrita
Dom que a manteve e mantém viva

A esta de adolescência roubada
Que teve tudo para ser derrubada
Rodeada de olhares sem coração
De vidas vazias sem nenhuma devoção

Resistiu, sobreviveu diante da mais temente doença
A doença que vive no coração, doença da descrença
Diante dos malignos olhares, levantou-se e sorriu
Sua dádiva maior, cultivar o bem e nela se fazer viril

Em meio à selva de pedra nascera uma flor
Sensível e bela, de perfume que exalava amor
De curta primavera e inverno aterrador
Semente fadada a secar, mas não sem antes viver com fervor

Deixou-nos suas pétalas a fim de nos lembrar
Quão valiosa deve ser a vida, quão importante é amar
Da valia que não damos, não praticamos
Estando ocupados em demasia com nossos consumos

Esquecendo do bem a ser praticado
Do amor a ser propagado
Independente do tempo que já se passou
Que de certo é muito mais do que Aya um dia desejou

Por apenas desejar viver um tempo mais
Propagar bondade sem se importar com ideais
Viveu na terra tempo suficiente para transmitir amor
E sobrevivera eternamente na bondade igualmente transmitida com amor.

Assim se finda pequena e humilde homenagem
“Que de certo é pouco muito pouco diante desta que viveu com tamanha coragem.”

Palavras de Aya Kitou deixadas em seu diário:
“Coloquei a mão no meu peito.
Posso sentir meu coração batendo.
Meu coração está funcionando.
Estou feliz. Eu ainda estou viva!”
(Aya Kitou).

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