Os direitos autorais são protegidos pela lei nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998. "Violar é crime estabelecida pelo artigo 184 do código Penal" (Caso queira uma cópia solicite-a e mencione sempre sua autoria, se possível link a postagem original) Since: 05/11/2009 by H²K ____________________________________________________________________________________________________________
Mostrando postagens com marcador homenagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador homenagem. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
sábado, 11 de setembro de 2010
"Homenagem à minha Tia"
Os dias irão transcorrer tal como devem ser
A saudade alojada ao natural irá transparecer
Lembranças aos milhares virão lágrimas trazer
Sorrisos despercebidos irão surgir e a vida apetecer
Assim, tia, mãe, avó e amiga iremos nos lembrar
E dos seus dias em nossas vidas iremos venerar
Das gargalhadas desmedidas e por vezes lágrimas abafadas
Do entusiasmo pela vida e em vida também suas batalhas
Da mesa sempre farta que dividia com todos a lhe rodear
Da alegria em seu olhar vendo a todos se esbaldar
Assim Tia querida lhe perpetuo em meu divagar
As lágrimas são de saudade e alegria por ao lado teu vivenciar
Deixará saudades a muitos corações
Deixará vazio em muitas ocasiões
Deixará alento a todos que tiveram a ti por perto
Deixará sempre boa lembrança a quem na vida for desperto
Leve consigo a paz em seu semblante, fez por todos mesmo a quem distante
Leve consigo o amor de todos, pois para todos foi amor constante
Que um dia todos nos esbaldemos em mesa farta
Que a saudade deixe sua morada
Quando todos novamente juntos tenham uma só morada.
Beijos e abraços saudosos, de seu sobrinho também filho e sempre um amigo.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
"A Flor: Aya Kitou" "Homenagem Final"
A vida que fora curta em demasia
Mas jamais vazia vestida em palavras e poesia
Aya que chorava em palavras criava também um legado
Lágrimas no papel, mas sorriso sempre estampado
Não importava quão curta e limitada seria sua vida
Mesmo assim ao mundo e a todos ela simplesmente sorria
A ela de fato fora dado o dom da escrita
Dom que a manteve e mantém viva
A esta de adolescência roubada
Que teve tudo para ser derrubada
Rodeada de olhares sem coração
De vidas vazias sem nenhuma devoção
Resistiu, sobreviveu diante da mais temente doença
A doença que vive no coração, doença da descrença
Diante dos malignos olhares, levantou-se e sorriu
Sua dádiva maior, cultivar o bem e nela se fazer viril
Em meio à selva de pedra nascera uma flor
Sensível e bela, de perfume que exalava amor
De curta primavera e inverno aterrador
Semente fadada a secar, mas não sem antes viver com fervor
Deixou-nos suas pétalas a fim de nos lembrar
Quão valiosa deve ser a vida, quão importante é amar
Da valia que não damos, não praticamos
Estando ocupados em demasia com nossos consumos
Esquecendo do bem a ser praticado
Do amor a ser propagado
Independente do tempo que já se passou
Que de certo é muito mais do que Aya um dia desejou
Por apenas desejar viver um tempo mais
Propagar bondade sem se importar com ideais
Viveu na terra tempo suficiente para transmitir amor
E sobrevivera eternamente na bondade igualmente transmitida com amor.
Assim se finda pequena e humilde homenagem
“Que de certo é pouco muito pouco diante desta que viveu com tamanha coragem.”
Palavras de Aya Kitou deixadas em seu diário:
“Coloquei a mão no meu peito.
Posso sentir meu coração batendo.
Meu coração está funcionando.
Estou feliz. Eu ainda estou viva!”
(Aya Kitou).
Assinar:
Postagens (Atom)


