"Selos Recebidos"

Mostrando postagens com marcador mãos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mãos. Mostrar todas as postagens

domingo, 27 de junho de 2010

"Relações"



Relacionamentos não são fáceis

Terão seus altos e baixos por isso somos maleáveis

Nenhum caminho é tão somente repleto de rosas

Por todos caminhados encontraremos também rochas

No amor optamos, sejamos vitimas ou bem feitores

Prefiro ser aquele que o bem irá trazer propagar e nele viver

Diante da relação sou aprendiz como é você.

Vamos juntos tentar construir um elo que jamais irá desvanecer.

Quando estivermos a brigar vou procurar me calar

Assim o anseio da vitória passa e poderemos conversar

Se vir que não me lembro de fazê-lo

Por favor, o faça você

Quando a distância for inevitável e tiver de nos separar

Não se esqueça como se redige uma carta, pois nas palavras podemos nos encontrar

Nesta relação somos meros aprendizes, não importa o tempo

Pois para mantê-lo precisaremos de muito sentimento

Então diferente de um cão vou pedir com palavras sua atenção

Peço que entenda, e não me repreenda

Assim o farei quando olhares para mim

Com olhar de felino pedindo um abrigo

Não temos garantia alguma, tão somente nossas mãos que se seguram

Se for cair, não deixarei acontecer, tal como espero me segurar quando titubear

Mas se ambos estivermos caindo, que nossas mãos não se dividam

Pois, se estivermos juntos poderemos levantar diante daqueles que duvidam

Como disse nosso caminho não serão tão apenas rosas.

Talvez por isso o selar de uma relação

Esteja de fato em o casal ser dar a mão

terça-feira, 15 de junho de 2010

"O Toque das Mãos"

Agradeço profundamente à pessoa que proporcionara momento mágico como este.

 

Por vezes gostaríamos que certo momento não tivesse firmamento.
Um simples toque de mãos pode fazer muito mais que o vagar de um profundo pensamento.

A mais pura simplicidade de energia trocada, de energia bem vinda.
Energia assimilada, energia sentida dando até próprio sentido à vida.
Sem palavras, nem olhares, sem mentiras e nem verdades.

Faz-se o silencio bem vindo, onde tão somente as mãos se entendam.
Tocam-se e se procuram se entrelaçam e se cultuam.

Não se enganam as mãos, não se encontra em umas quaisquer o alento ao coração.
Não existem palavras que definam o amor, tampouco existem para definir o conversar das mãos.

É em se tocando que se entendem é no acariciar que se prendem.
É nessa cumplicidade em que a mente se esvai, dando lugar a contemplação que pouco se entende.

Deste momento jazido, resta a memória
A lembrança do momento em partilha

Para auxilio da mente fica o perfume latente.
E é no fechar dos olhos que doce momento se faz novamente presente.

LinkWithin

Web Analytics