Saudações nação blogueira, primeiramente quero agradecer o afeto recebido em comentários visitas e também nas votações sobre a enquete do blog da semana, promovido e administrado pelo amigo Will, do blog
Super Will, obrigado Will.
E por falar nisso as votações continuam, basta acessar o blog
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Hoje venho com uma proposta diferenciada, e gostaria de divagar cá em meu espaço sobre a complexidade do tema: "se permitir".
Tenho notado, tanto externamente quanto internamente a dificuldade que temos em nos permitir. Costuma-se dizer que amar é complicado, mas na verdade o complicado esta em toda a forma de sentir, e em sua maioria tal complexidade esta voltada na permissão que nos concedemos ou não.
Eu mesmo, permito-me sofrer, algumas vezes com certa demasia eu sei. No entanto, sou uma teimosia em aceitar sentir-me atraído, apaixonado. Talvez por tudo isso representar uma certa exposição de minha pessoa, meu sentir, a fragilidade exposta sem nenhuma proteção.
Uma coisa que até demora se considerada à facilidade com que tenho de me entregar à dor.
Meu estado agora é de pleno sentir, de se entregar e sobre este estado divagar e até mesmo acordado sonhar. E o estado em si é que me fez ou faz pensar no assunto de se permitir.
Pois nota-se o quão infundada são certas atitudes e mais ainda as sensações, sofremos por antecedência, divagamos com tristeza, e tudo isso como sendo uma atitude pré-concebida.
Pré-concebida, por estarmos demasiadamente preocupados muitas vezes com o que os "outros" vão pensar.
Por exemplo, posso dizer com propriedade que tenho segredos, e tais segredos permanecem segregados tão somente por que preocupa a "nós" a reação adversa que pode surgir diante da revelação. Errado? Certo? Não se sabe, pois ao fundo não sabemos o que de fato estaríamos ou estamos evitando.
Já se perguntaram por que utilizamos o termo "sinceridade de criança"? Simples, a criança é sincera consigo mesma. Uma qualidade tão simples que esquecemos na maturidade.
Portanto, concluo que devemos reaprender a ser crianças, reaprender a considerar mais o que sentimos e não o que outros possam pensar.
Essa postagem talvez até pareça sem pé nem cabeça, mas confesso que talvez tenha sido uma forma de exteriorizar o que se passa em meu pensar, afinal de contas este é o nome do espaço... "Profundo Pensar".
E que para mim esta sendo uma espécie de exercício, o engatinhar de minha percepção. O início de tudo que ainda esta por ser revelado, conhecido e enfim exaltado. Quero reaprender a me permitir, a sorrir, sonhar, me apaixonar e amar sem me preocupar com o que possam pensar.
Aqui começa meu trabalho interno, e deixo o convite a quem se interessar em se exercitar comigo.