Conforme prometido essa deve ser a razão pela qual o Cúpido esta brigado comigo.
Escrito em 26/09/1997.
Vou me retratar, e escrever novamente sobre o Cúpido.
Oh! Cúpido.
Seu olhar me toca, me seduz
Serve como guia
Em noites escuras, para que não me perca
Mesmo já estando perdido em seu olhar
Oh! Doce devaneio
Que mesmo amarga em noites solitárias
És doce à sua presença
Morrer em vida, a morte com outro nome seria amor
Ou uma longa vida cheia de amarguras, mas não denominada morte
Já que me abandonaste, doce amada
Maldito cúpido, que fere os corações daqueles que ainda acreditam no amanhã
E dessa maneira, nos torna tão vulneráveis a essa doce dor
Tornando-nos frágeis
E tal doçura, que mesmo doce nos amargam a alma, deixando-nos magoados
Assim sendo
Por que existe
Oh, maligno cúpido.
